O setor de estética em expansão
O setor de estética é um dos mais promissores no mercado. Recentemente, a Royal Face estampou a capa da seção de economia do jornal O Globo.
A matéria destacou que fatores como o avanço da vacinação e a reabertura da economia tornam o cenário propício para novos negócios. Assim, a Royal Face se destaca no setor em expansão das franquias.
As medidas restritivas da pandemia prejudicaram muitos negócios, mas outras empresas se organizaram e aproveitaram as oportunidades. Como resultado, abriram suas portas.
Segundo O Globo, entre janeiro e julho deste ano, mais de meio milhão de novas empresas foram abertas. Esse número é semelhante ao total registrado em 2020.
O que impulsiona novos negócios?
No caso das clínicas Royal Face no Rio de Janeiro, Diego Pila, um dos franqueados, explicou os motivos que facilitaram o investimento. Um deles é a disponibilidade de pontos cobiçados.
A crise não só deixou imóveis em locais atrativos vagos, mas também reduziu os preços dos aluguéis. Pila obteve 50% de desconto no aluguel, além de seis meses de carência para obras de adaptação.
Assim, ele e o sócio, Gustavo da Costa, planejam inaugurar mais uma unidade. Em breve, a Royal Face chegará a Niterói.
“Dois fatores relevantes agora são: aluguéis com desconto em bons pontos e crédito mais acessível para se capitalizar”, disse Pila ao jornal.
Além disso, as condições de adesão às franquias estão melhores, e o suporte da franqueadora se tornou mais robusto após as adaptações feitas durante a pandemia.
A grande disponibilidade de mão de obra também é um aspecto positivo. Portanto, completar o quadro de funcionários não representa um desafio neste momento.
A previsão da ABF para o setor Royal Face
As vantagens de investimento para uma clínica Royal Face são ainda mais promissoras. Segundo dados do O Globo, coletados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o faturamento das franquias deve subir 8% neste ano.
André Friedheim, presidente da ABF, afirma que o setor de estética está em forte expansão.
“Está mais barato alugar, as negociações salariais melhoraram e os custos de implementação da franquia estão mais baixos. Os franqueadores investiram em tecnologia para otimizar as operações”, declarou Friedheim ao jornal O Globo.